Novo estudo representa “um passo significativo na luta contra a NF”

“Um passo significativo na luta contra a NF”.

É desta forma que a Children’s Tumor Foundation (CTF) destaca a importância do estudo co-financiado por aquela organização, publicado recentemente na Nature Communications, o qual revela que as interacções funcionais entre os supressores de tumores NF conduzem a alterações nos tumores de células de Schwann, colocando assim novos desafios ao tratamento.

“Os resultados também indicam que as variantes dos genes NF1 e NF2 influenciam a formação do desenvolvimento e do comportamento dos tumores das células de Schwann, proporcionando conhecimentos valiosos aos doentes afectados pela neurofibromatose tipo 1 (NF1) ou pela schwannomatose relacionada ao gene NF2 (NF2-SWN)”, pode ler-se no site da CTF.

Com o objectivo de determinar a razão pela qual os tumores das células de Schwann se podem tornar mais agressivos e resistentes ao tratamento, o estudo procurou aprofundar a compreensão dos tumores das células de Schwann que se encontram frequentemente em pacientes com NF1 ou NF2-SWN.

“Utilizando técnicas de ponta em genómica e bioquímica, os investigadores examinaram amostras de seres humanos, linhas celulares e modelos animais. O estudo revelou uma ligação significativa entre NF1 e NF2-SWN no contexto dos tumores de células de Schwann”, lê-se no anúncio da CTF, sublinhando-se que “embora a NF1 e a NF2-SWN sejam doenças distintas causadas por variantes patogénicas (mutações) em genes diferentes, esta investigação revela de que forma as alterações no gene NF2 podem ter impacto no comportamento dos tumores de células de Schwann, particularmente em indivíduos com mutações NF1”.

“Ao compreenderem a ligação entre NF1 e NF2-SWN no contexto dos tumores das células de Schwann, os investigadores poderão vir a desenvolver terapias direccionadas que podem beneficiar os doentes. Isto poderá conduzir a tratamentos mais eficazes para os tumores das células de Schwann e a melhores resultados para os pacientes”

CTF

“Esta descoberta poderá revelar-se um factor de mudança para as pessoas com NF”.

O artigo pode ser consultado AQUI

AnĂşncio da CTF