Pandemia da Covid-19: a resposta da APNF (vídeo)

Alexandre Vaz, presidente da Associação Portuguesa de Neurofibromatose no quadriénio 2018-2022, explicou, no âmbito do ‘Livro Branco das Associações da Plataforma Saúde em Diálogo – Retrato dos Novos Tempos’, de que forma a pandemia da Covid-19 impactou a actividade da APNF.

“[A pandemia] Afectou todos por igual, tivemos de ficar em casa e deixar de poder prestar um serviço mais cara a cara aos nossos sócios, familiares, amigos e pacientes”, referiu, fazendo notar que o “caminho da digitalização”, iniciado em 2018, dotou a Associação das ferramentas necessárias para enfrentar este desafiante período.

“O caminho da digitalização da Associação deixou-nos minimamente bem preparados”

Alexandre Vaz

As restrições decorrentes da pandemia ditaram uma utilização “bastante mais intensiva” dos canais digitais e telefónicos, bem como uma crescente aposta nos conteúdos disponibilizados nas redes sociais.

“Os dois serviços que prestamos aos nossos pacientes – consultas de psicologia e apoio escolar às crianças com Neurofibromatose – passaram a ser 100 por cento online”, indicou Alexandre Vaz, apontando, de seguida, “a segunda grande diferença com algum impacto” no dia-a-dia da APNF, durante o período pandémico.

“Há quase 20 anos que a Associação tem um encontro anual [realizado em Maio, o mês de consciencialização para a Neurofibromatose a nível mundial], do qual os nossos sócios gostam muito, e foi necessário fazê-lo online”, notou, explicando que o impacto se fez sentir, sobretudo, “do ponto de vista da oportunidade de partilhar experiências.”

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